Na Bossa com Bianca Müller

17 nov Entrevistas

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Versatilidade é uma característica de extrema importância no mundo artístico e a Bianca Müller já mostrou que essa habilidade de transformação, tão esperada nas interpretações de um bom artista, é uma qualidade evidente em suas atuações. Com pouco tempo de estrada, mas já com uma boa bagagem, a novata revelou o seu talento, cativou os espectadores e mostrou que veio pra ficar.

Entre alguns curtas e um longa surgiram dois papéis que a consagraram. Nina Vidal, em ‘Sessão de Terapia’ no GNT e a Mirna na novela ‘O Rebu’, da TV Globo. Dois extremos. No primeiro, Bianca viveu uma ginasta de 15 anos, frágil mentalmente, inundada em suas questões psicológicas, com dificuldade de se relacionar com as pessoas. Já no segundo, o oposto. Um mulher linda, desinibida, segura de si, aventureira, inconsequente, mas cheia de atitude.

Interpretar essa adolescente tão intensa logo no início de sua carreira foi como um presente do diretor Selton Mello para a novata. Não por acaso ela carinhosamente o intitulou como seu “padrinho nas artes”. Por outro lado, sua atuação em ‘O Rebu’ contracenando com os experientes José de Abreu e Vera Holtz e em cenas picantes com Jesuíta Barbosa e Camila Morgado também vão ficar registradas na trajetória da nova musa da Globo. E que venham os próximos papéis, viu Bia?! Vamos aguardar com ansiedade!

Elenco da série “Sessão de Terapia”

Enquanto isso, ela está aqui com a gente ‘Na Bossa’. Vamos conhecer agora um pouquinho mais sobre os hábitos, preferências, dicas de beleza e conselhos de Bianca Müller.

Conta pra gente um pouco sobre a sua trajetória artística. Como tudo começou? Como e quando você descobriu que queria ser atriz?

Tudo começou muito cedo. Quando eu tinha 9 anos e conheci o teatro na escola. Foi amor à primeira vista. Então, fui procurar uma escola profissional aos 15 anos e continuei estudando e fazendo testes. Comecei fazendo publicidade. Depois, peguei alguns curtas, um longa e logo depois veio a série ‘Sessão de Terapia’. Foi meu divisor de águas. O diretor Selton Mello foi um padrinho pra mim nas artes. Paralelamente a tudo isso fiz faculdade de Rádio TV e infinitos cursos de atuação.

Você participou da série ‘Sessão de Terapia’, dirigida por Selton Mello, no GNT. Como foi vivenciar, logo no início da carreira, uma adolescente que precisava passar por avaliações psicológicas?                

Foi um papel importante. Com grande destaque e muita complexidade. Um desafio imenso. Uma verdadeira escola de interpretação. Eu estava bem amparada, com um diretor seguro, uma equipe afinada e um elenco de grande potencial. Eu compreendi a Nina (minha personagem) rapidamente. O roteiro estava muito bem escrito e a história dela era um drama familiar, com sentimentos universais. Começar a carreira com um trabalho dessa magnitude é quase como ganhar na loteria!

Bianca Müller contracenando o titã Paulo Miklos na série Sessão de Terapia

Recentemente, você viveu a Mirna na novela da Globo ‘O Rebu’. Como foi contracenar com ícones da dramaturgia como: Tony Ramos, Vera Holtz e Camila Morgado?

 Foi novamente uma escola, com uma grande pressão psicológica, afinal esses atores fazem arte desde antes de eu nascer. Eu me senti uma semente. E tentei absorver o máximo de conhecimento que pude. Eu me senti honrada em estar ao lado dessas figuras, e também da equipe e direção.

Bianca Müller e Vera Holtz

Você mudou o look para o papel da Mirna. O que achou do novo visual?

 Eu coloquei um mega hair, fiz algumas luzes e coloquei uma tatuagem. Essas foram as mudanças físicas da personagem. Eu adorei o look. 

Como é a sua rotina de beleza?

 Básica. Mas ando me cuidando cada vez mais. Passo protetor solar, hidratante corporal e labial. Sempre tiro a maquiagem para dormir. Faço hidratação nos cabelos esporadicamente. Alguns cremes para cuidado de manchas e acnes na face. Faço pilates. Não como carne há 16 anos! 

Bianca Müller praticando pilates

Um produto top que não pode faltar no dia a dia?

Effaclar da La Roche-Posay

Uma viagem inesquecível.         

 Trindade- Paraty/RJ. Passei toda minha infância e parte da adolescência de férias nesse lugar. Tenho uma ligação muito forte, uma memória afetiva. Sinto que é meu lar.

Você mora e conhece bem São Paulo. Indica pra gente algum lugar top?   

 Parque Ibirapuera. Restaurante Bioqualittà. Bares Vila Madalena. Tem muita coisa boa.

 Para você, o que é ter ‘bossa’?

 Acho que ter uma vontade de viver pulsante no olhar. Alegria. Algo que quando alguém olhe pros seus olhos tenha vontade de sorrir. 

Que mensagem você gostaria de deixar para todos os seguidores do BossaMe?

 Pode parecer clichê, mas a gente realmente deveria ser a mudança que queremos ver no mundo. Parece tão difícil olhar pra dentro. Esse processo de autoconhecimento é o mais poderoso passo pra uma grande evolução. Devemos cultivar o otimismo, a alegria e, principalmente, “optar por aquilo que faz nossos corações vibrarem apesar de todas as consequências” como disse Osho!

Fotos: Divulgação

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